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Quarta-feira, Novembro 23, 2005
Iniciando o 'novo-velho-blog'. Agora posso escrever os textos do tamanho que me der na veneta. E como prometido: 51ª Feira do Livro Apareci por lá. No dia em que fui (devia ser o segundo, eu acho) não vi livros, como de costume. Rumei direto para a Praça de Alimentação. Acabei comprando livros enlatados e gelados, se é que vocês me entendem. Minha presença foi notada, como de costume. Na terça também apareci, dessa vez com o meu primo. Tomamos café e um refri (sim, isso mesmo), mas nem vimos livros nenhum. Mas na quarta (feriado), meu primo, Daniel, foi lá apresentar seus contos minimalistas e óbvio que após isso, fomos nos encachaçar... Primeiro no shopping, depois na Feira mesmo. E como eu disse que está tudo diferente esse ano, até uma ex-colega, a rainha de dar cachorro no pessoal, apareceu. Fomos até presenteados com um baldinho para pôr as cevas dentro (chique, não?) Aspectos gerais: - Onde já se viu colocar a Praça de Alimentação virada pra onde pega sol a tarde inteira? (a pessoa mal conseguia pensar em comer algo, com aquele sol na moleira, e a ceva que esquentava em apenas um minuto? Fala sério.). Sorte que pelo menos botaram os banheiros mais próximos. - Quem teve a idéia daquele Pavilhão de Autógrafos? (esse 'gênio conseguiu descentralizar, confundir, atrapalhar e fazer com que todos derretessem dentro daquela lona horrorosa). - E quem foi o santo que teve a idéia de colocar a Área Infantil no Cais do Porto? (quase nem vi os 'anjinhos' por lá - E não, eu não gosto de agrupamento de crianças. Elas gritam.). - O mesmo santo da Área Infantil só não pensou no básico: fazer uma passarela para os 'anjinhos' atravessarem a avenida. Era um caos nos horários escolares e finais de semana, tudo congestionado. Então, vamos lá. Frases ouvidas por mim durante a 51ª Feira do Livro: 'Nunca pensei que fosse te vender refri.' - caixa-amigo, frustrado ao me dar o ticket de refrigerante. 'Nããão, eu não acho que tu bebe muito...' - o mesmo, após eu ter perguntado se ele, por acaso, achava que eu era uma bêbada. 'Ué, tomando água?' - garçom que me conheceu esse ano e já espantado a me ver tomando, sim, ÁGUA. 'Tu tem carregador de celular aí?' - deveria eu, levar um carregador de celular para a Feira do Livro, em pleno centro da cidade em meio a uma praça? Acho que não, né? 'O que aconteceu que esse ano tu não tem aparecido tanto e nem tem bebido?' - falta de parceria, querido. 'Eu te vender a cerveja a três Reais e ainda não estar gelada... Não dá.' - garçom me respondendo depois eu ter perguntado se a cerveja estava bem gelada. 'Moça... moça...,... Moçaaa' - mulher do quiosque de comidas baiana tentando me dar o suco de abacaxi que havia pedido, mas eu estava hipnotizada na hora. Tá, eu sei que esse ano o repertório foi fraquíssimo, mas, eu tentei... Tiveram alguns gestos e sinais, mas não tem como eu representá-los aqui. Fora os encontros e desencontros que não irei citar, pois qualquer um pode ler isso, já que estou no Google ¬¬
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Quem? Carla - Cacá
Onde? Porto Alegre Idade? 21 anos
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